A esclerose múltipla (EM)  é uma doença neurológica crônica, de causa ainda desconhecida, caracterizada por zonas isoladas de desmielinização nos nervos dos  olhos, cérebro e na medula espinal . A maior incidência é em mulheres e pessoas brancas.

O termo esclerose múltipla é dado pelas múltiplas áreas de cicatrização (esclerose) que representam os diversos focos de desmielinização do sistema nervoso. Levando esta patologia a destruição das bainhas de mielina que recobrem e isolam as fibras nervosas (estruturas do cérebro pertencentes ao Sistema Nervoso Central ou SNC).

Os sintomas e sinais neurológicos da esclerose múltipla são tão diversos que o diagnóstico é difícil quando aparecem os primeiros sintomas. Dado que o curso da doença costuma piorar lentamente com o tempo, as pessoas afectadas têm períodos de saúde relativamente bons (remissões) alternados com surtos da doença (exacerbações).

Esta doença  piora o estado geral do paciente:  fraqueza muscular, rigidez articular, dores articulares e descoordenação motora. O doente sente dificuldade para realizar vários movimentos com os braços e pernas, perdendo o equilíbrio quando fica em pé, sentindo dificuldades para andar, tremores e formigamento em diversas partes do corpo.

Nos estágios mais graves da doença, pode ocorrer um comprometimento respiratório. Isto pode acarretar episódios de infecção ou insuficiência respiratória, que devem ser tratados com atenção e rapidez, para minimizar o desconforto do paciente e coibir uma piora do seu estado geral.´

Para minimizar os desconfortos respiratórios causados por esta patologia, são utilizados: Exercícios para desobstruir os brônquios e para reexpansão pulmonar. É utilizada também a reeducação diafragmática e da musculatura acessória, com uso de incentivadores respiratórios.

 
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