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Inicialmente deve-se diferenciar se o (AVC) acidente vascular cerebral é isquêmico ou hemorrágico. Normalmente o tratamento dos acidentes vasculares cerebrais (avc) inclui a identificação e controle de factores de risco, o uso de terapia antitrombótica (contra a coagulação do sangue) e endarterectomia (cirurgia para retirada do coágulo de dentro da artéria) de carótida em alguns casos seleccionados. A avaliação e o acompanhamento neurológicos são também tratamentos regulares com função preventiva, bem como o controle da hipertensão, da diabetes , da alimentação e a suspensão do tabagismo ,o uso de determinadas drogas (anticoagulantes) contribuem para a diminuição da incidência dos acidentes vasculares cerebrais (avc). O acidente vascular cerebral (AVC) em evolução constitui uma emergência, devendo ser tratado em ambiente hospitalar. O controlo dos factores de risco bem como uso de terapia antitrombótica, é importante para evitar recorrências. Além disso, deve-se controlar outras complicações, principalmente em pacientes acamados (pneumonias, tromboembolismo, infecções, úlceras de pele) e para facilitar a posterior recuperação devem-se pelo menos manter as amplitudes articulares, função do fisioterapeuta hospitalar que por vezes não é cumprida e atrasa a recuperação funcional posterior . As medidas iniciais para o acidente vascular hemorrágico são semelhantes, devendo-se obter terapia intensiva para rigoroso controle da pressão. Em alguns casos a cirurgia é aconsenhada com o objetivo de se tentar a retirada do coágulo e fazer o controle da pressão intracraniana. Depois da alta hospitalar a recuperação deve se começada o mais rapido possÃvel, recomendando vivamente que solicite uma avaliação a AVCfisio de forma a não atrasar a recuperação, recordamos que esta nao tem qualquer custo ou compromisso.  O dano causado no cérebro por um AVC pode provocar perdas de funções, mas através de técnicas especificas , pode se dar um fenómeno denominado de “neuroplasticidadeâ€, pelo qual o cérebro pode se reajustar funcionalmente, existindo uma reorganização dos mapas corticais que contribui para a recuperação do AVC. As mudanças que ocorrem para que seja possÃvel esta re-organização do córtex incluem o aumento dos dendritos, das sinapses e de factores neurotróficos essenciais para a sobrevivência de células nervosas. Após ocorrer uma lesão, em algum lugar do córtex motor, mudanças de activação em outra regiões motoras são observadas. Essas mudanças podem ocorrer em regiões homólogas do hemisfério não afectado, que assumem as funções perdidas, ou no córtex intacto adjacente a lesão. Graças a essas reorganizações corticais, que podem ter inÃcio de um a dois dias após o AVC ( Acidente Vascular Cerebral) e podem se prolongar por meses, os pacientes podem recuperar, grande parte, das habilidades que haviam sido perdidas.
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